
11+ anos de experiência
Dev por profissão. Líder por consequência.
Comecei no suporte, resolvendo os bugs que ninguém queria pegar. Hoje conduzo times e arquiteturas sempre com o mesmo princípio: contexto antes de código, pessoas antes de processos.
Comecei resolvendo problema que ninguém queria pegar.
Suporte N3, erro em produção, sistema quebrando de madrugada. Foi ali que aprendi o que código impacta de verdade: não em teoria, mas na prática.
Cada degrau trouxe mais contexto, e menos certeza absoluta.
Júnior, pleno, sênior, até engenharia e arquitetura. A liderança não foi promoção que pedi: foi consequência de anos acumulando responsabilidade e contexto.
O que sustenta qualquer sistema são as pessoas por trás dele.
Reconstruí o frontend de um Internet Banking do zero. O maior aprendizado: arquitetura tem a ver com pessoas, alinhamento e contexto — não só com código.
Cada etapa deixou uma marca
O começo no chão de fábrica
Suporte N3 e sustentação de ERP corporativo na Vogel Telecom. Incidentes críticos, PHP, JavaScript e banco de dados. Foi ali que construí a base: lógica de negócio, resiliência e o que significa o código falhar de verdade.
Parei de apagar incêndio
Ainda na Vogel, mas com um novo papel: parei de apagar incêndio e comecei a redesenhar a casa. Microsserviços, Docker, BPMN. Meu primeiro gosto de que arquitetura não é sobre tecnologia — é sobre como as coisas se encaixam.
A pessoa que o time chamava
Virei a referência quando o sistema não queria conversar com o outro. Salesforce, ERP, integrações que pareciam impossíveis. Foi aqui que entendi o que 'sênior' significa de verdade: não é saber tudo, é saber conectar o que os outros desistiram de conectar.
O primeiro projeto que sobreviveu sem mim
Na DBC Company, idealizei, arquitetei e desenvolvi um BPMS proprietário do zero — construído sobre o motor do Camunda — que escalou e passou a ser mantido por um time dedicado. Foi a primeira vez que entreguei algo que não precisava de mim pra existir.
A virada para Microfrontends
Mergulhei na definição da arquitetura de Microfrontends para modernizar o canal web legado da Unicred. React, TypeScript e Design System, com foco em desacoplamento, performance e escalabilidade desde o nascimento do projeto.
Liderança técnica na modernização
Promovido a Tech Lead na DBC, assumi a referência técnica do projeto. Desenhei os padrões que sustentariam a migração, liderei a disseminação de boas práticas e orquestrei entregas complexas no ambiente de microsserviços da Unicred.
Dentro da Unicred, no ponto focal
Migrei para a Unicred do Brasil como Líder Técnico Frontend na vertical de Canais Digitais. Ponto focal entre engenharia, produto e negócio. Conduzi a arquitetura do novo Internet Banking do zero, mentorei devs e estruturei as squads de franquias.
Estratégia, contexto e gente
Ainda na Unicred, com 2 anos e meio de liderança técnica estratégica. Defino qualidade, CI/CD, causa raiz e apoio POs no discovery técnico. O maior entregável de um Tech Lead não é o código — é o time capaz de sustentar o sistema sem depender de você.
O que já funcionou em produção
Frontend
Interfaces escaláveis, performáticas e sustentáveis
Backend
BFFs e integração orientada ao front-end
Arquitetura
Organização de domínios, times e decisões técnicas
Onde isso acontece de verdade
O que sustenta tudo isso
O que me mantém de pé não roda em produção.
Café passado na hora, violão ou ukulele na mão, minha esposa e filhas por perto. É difícil querer mais que isso.
Ser marido e pai de duas meninas me ensinou mais sobre liderança do que qualquer livro. Presença, paciência e responsabilidade — no trabalho e em casa.
Sempre que tenho uma decisão difícil pela frente — dar um feedback duro, escolher entre prazo e qualidade, dispensar alguém — me pergunto: 'Se eu estivesse do outro lado, como eu gostaria de ser tratado?' Essa pergunta resolve muita coisa.
Aprendi que foco não é fazer tudo. É saber exatamente o que importa. Quando você sabe por quem trabalha, fica mais fácil dizer não ao que não vale.
Os princípios que guiam tudo
Pessoas antes de código
Software é feito por pessoas e para pessoas. Quando o time tem clareza, segurança e espaço, o código melhora naturalmente.
Contexto antes de solução
Antes de decidir tecnologia, entendo o problema. Boa arquitetura nasce do contexto, não da "ferramenta da vez".
Construir com intenção
Não é sobre fazer rápido, é sobre fazer algo que não precisa ser refeito. Cada escolha carrega impacto, mesmo quando não parece.
Evolução constante
Crescer faz parte, mas sem perder o que importa. Melhorar um pouco todo dia ainda é o caminho mais sólido.
“O time certo, com contexto claro, entrega mais do que qualquer arquitetura perfeita.”
— aprendido depois de muito retrabalho que dava para evitar