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Em projeto

11+ anos de experiência

Dev por profissão. Líder por consequência.

Comecei no suporte, resolvendo os bugs que ninguém queria pegar. Hoje conduzo times e arquiteturas sempre com o mesmo princípio: contexto antes de código, pessoas antes de processos.

São Paulo, BrasilTech Lead Frontend na Unicred do BrasilFormado em Análise e Desenv. de Sistemas
Origem

Comecei resolvendo problema que ninguém queria pegar.

Suporte N3, erro em produção, sistema quebrando de madrugada. Foi ali que aprendi o que código impacta de verdade: não em teoria, mas na prática.

Evolução

Cada degrau trouxe mais contexto, e menos certeza absoluta.

Júnior, pleno, sênior, até engenharia e arquitetura. A liderança não foi promoção que pedi: foi consequência de anos acumulando responsabilidade e contexto.

Hoje

O que sustenta qualquer sistema são as pessoas por trás dele.

Reconstruí o frontend de um Internet Banking do zero. O maior aprendizado: arquitetura tem a ver com pessoas, alinhamento e contexto — não só com código.

Como cheguei aqui

Cada etapa deixou uma marca

2015

O começo no chão de fábrica

Suporte N3 e sustentação de ERP corporativo na Vogel Telecom. Incidentes críticos, PHP, JavaScript e banco de dados. Foi ali que construí a base: lógica de negócio, resiliência e o que significa o código falhar de verdade.

2017

Parei de apagar incêndio

Ainda na Vogel, mas com um novo papel: parei de apagar incêndio e comecei a redesenhar a casa. Microsserviços, Docker, BPMN. Meu primeiro gosto de que arquitetura não é sobre tecnologia — é sobre como as coisas se encaixam.

2019

A pessoa que o time chamava

Virei a referência quando o sistema não queria conversar com o outro. Salesforce, ERP, integrações que pareciam impossíveis. Foi aqui que entendi o que 'sênior' significa de verdade: não é saber tudo, é saber conectar o que os outros desistiram de conectar.

2020

O primeiro projeto que sobreviveu sem mim

Na DBC Company, idealizei, arquitetei e desenvolvi um BPMS proprietário do zero — construído sobre o motor do Camunda — que escalou e passou a ser mantido por um time dedicado. Foi a primeira vez que entreguei algo que não precisava de mim pra existir.

jun 2022

A virada para Microfrontends

Mergulhei na definição da arquitetura de Microfrontends para modernizar o canal web legado da Unicred. React, TypeScript e Design System, com foco em desacoplamento, performance e escalabilidade desde o nascimento do projeto.

dez 2022

Liderança técnica na modernização

Promovido a Tech Lead na DBC, assumi a referência técnica do projeto. Desenhei os padrões que sustentariam a migração, liderei a disseminação de boas práticas e orquestrei entregas complexas no ambiente de microsserviços da Unicred.

2023

Dentro da Unicred, no ponto focal

Migrei para a Unicred do Brasil como Líder Técnico Frontend na vertical de Canais Digitais. Ponto focal entre engenharia, produto e negócio. Conduzi a arquitetura do novo Internet Banking do zero, mentorei devs e estruturei as squads de franquias.

Hoje

Estratégia, contexto e gente

Ainda na Unicred, com 2 anos e meio de liderança técnica estratégica. Defino qualidade, CI/CD, causa raiz e apoio POs no discovery técnico. O maior entregável de um Tech Lead não é o código — é o time capaz de sustentar o sistema sem depender de você.

O que já funcionou em produção

Frontend

Interfaces escaláveis, performáticas e sustentáveis

ReactViteNext.jsTypeScriptAcessibilidadeState managementBundle optimization

Backend

BFFs e integração orientada ao front-end

Node.jsNestJSPHPJavaREST APIsBFF (Backend for Frontend)JWT/OAuth2

Arquitetura

Organização de domínios, times e decisões técnicas

DDDStrangler Fig PatternMicrofrontendsDesign SystemsCI/CDObservabilidadeContainerização (Docker)

Onde isso acontece de verdade

Microfrontends em produçãoDesign system usado no dia a diaMigração incremental de legado com Strangler FigBFFs com autenticação JWT/OAuth2Containerização (Docker) de aplicações frontend e BFFsEvolução contínua sem quebrar produçãoDecisões guiadas por contextoArquitetura orientada a domínio (DDD)Observabilidade aplicada (logs, métricas, tracing)Bundle optimization e acessibilidade em projetos React

No que eu acredito

Os princípios que guiam tudo

Pessoas antes de código

Os melhores momentos do time pararam de ser os que eu resolvia. Viraram os que o time resolveu sem mim. Foi aí que entendi: software bom começa com gente que tem clareza pra decidir por conta própria.

Contexto antes de solução

Antes de propor arquitetura, eu sento com o time e pergunto onde dói. A resposta quase sempre está em produção às 3 da manhã — não no post que saiu de manhã.

Construir com intenção

Cada escolha carrega impacto, mesmo quando não parece. Já deletei mais código do que escrevi — e foi, na maioria das vezes, a melhor coisa que fiz pelo projeto.

Evolução constante

Trabalho em dois blocos, não oito horas corridas. Família é janela protegida, não sobra de agenda. Crescer sem perder o que importa é escolher onde o tempo vai — não fazer mais em menos tempo.

O time certo, com contexto claro, entrega mais do que qualquer arquitetura perfeita.

— aprendido depois de muito retrabalho que dava para evitar

O que sustenta tudo isso

O que me mantém de pé não roda em produção.

01

Café passado na hora, violão ou ukulele na mão, minha esposa e filhas por perto. É difícil querer mais que isso.

02

Ser marido e pai de duas meninas me ensinou mais sobre liderança do que qualquer livro. Presença, paciência e responsabilidade — no trabalho e em casa.

03

Sempre que tenho uma decisão difícil pela frente — dar um feedback duro, escolher entre prazo e qualidade, dispensar alguém — me pergunto: 'Se eu estivesse do outro lado, como eu gostaria de ser tratado?' Essa pergunta resolve muita coisa.

04

Aprendi que foco não é fazer tudo. É saber exatamente o que importa. Quando você sabe por quem trabalha, fica mais fácil dizer não ao que não vale.